Para quem sabe e gosta de costurar…

Desta vez vou iniciar o post com uma pequena história:

“Era uma vez três amigas. Eram muito diferentes entre si, mas em comum, além da amizade, tinham um gosto imenso por criar coisas bonitas através da costura. Uma vez por mês, juntavam-se na casa de uma delas e passavam umas horas a costurar e a conversar.

Cada uma tinha a sua vida profissional, os seus gostos, os anseios futuros, as suas bagagens emocionais e experiências de vida. Mesmo no hobby da linha e agulha, cada uma gostava de fazer coisas diferentes.

Ana era comerciante e expressava-se na realização de malas, carteiras, capas para tablets, bolsas e bolsinhas, cujo processo de concretização aprendia em sites. Teresa trabalhava na biblioteca pública e adorava fazer pequenos arranjos em roupa – dizia ela que se sentia como se estivesse a arranjar os detalhes menos agradáveis da sua vida. Helena, assistente social, aproveitava todos os bocadinhos livres para construir roupa com os moldes de revistas.

Um dia, foram as amigas convidadas para uma festa de casamento, que aconteceria daí a alguns meses. Ana, Teresa e Helena faziam parte desse grupo de mulheres que aproveitam ao máximo as festas para se produzir, com tudo a que têm direito! E criativas que eram, logo começaram a pensar como potenciar os seus visuais!

Ana lembrou-se de um vestido fabuloso que a mãe guardava no roupeiro, herança de uma tia. Um modelo vintage, original dos anos 50, bem feminino e que lhe caia na perfeição. Estaria ainda em condições?

Teresa pensou logo num fato de blusa e calças de seda avistado uns dias antes numa loja da baixa!

Helena resolveu fazer uma consulta exaustiva às suas revistas de moldes. Encontraria, de certeza, algo bonito, vistoso e mais do que apropriado.

 

máquina e afins

No encontro seguinte, perceberam que tinham o mesmo tipo de problema!

A comerciante encontrara o vestido antigo já sem a graça de antigamente – o tecido começava a desfazer-se em certas partes, noutras começara a ganhar um aspecto amarelado… possibilidade posta de parte!

A bibliotecária também não tinha tido sorte: o seu número estava esgotadíssimo… possibilidade posta de parte!

A assistente social encontrara o modelo ideal numa das revistas. Infelizmente, o caderno de moldes tinha desaparecido… possibilidade posta de parte!

Se ao menos houvesse forma de poderem continuar com o seu plano inicial, suspiraram.”

Esta história inspirou-me a criar uma vertente diferente como modista: ser a ponte entre um pedaço de tecido e o modelo desejado, ficando a costura a cargo da cliente!

As amigas sabiam costurar e gostavam de o fazer, mas não possuíam conhecimentos de corte e apenas uma sabia fazer provas. Assim, nos três casos, o corte ficaria a meu cargo, bem como as provas – eventualmente, poderiam combinar com a Helena que fizesse ela as provas, mas isso seria negociado, claro está!

Se quer desenvolver um projecto de vestuário, sabe costurar mas não se aventura no resto, fale comigo!

 

 

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